LETRAMENTO DE TRABALHADORES MIGRANTES – FETICHISMOS EM NOTAS

Jackson Vital Souto

Resumo


Por que estudar as transformações na educação e no mundo do trabalho migrante? O objetivo foi descrever os nexos do trabalho, limites e possibilidades que o letramento, mediado pelo fetiche da mercadoria, reproduz socialmente. Contradições como: concentração privada e capitalista da terra, expansão da vida e do trabalho precarizados; a escola e a formação técnica para o mercado de trabalho e a reprodução da mobilidade espacial forçada de trabalhadores migrantes. O recorte, a escala do município de Santana dos Garrotes, mesorregião do sertão da Paraíba, Nordeste do Brasil. Como operamos e como estamos? Revisão bibliográfica, observação direta com uso de cadernetas de campo, aplicação de questionário e uso de entrevistas semiestruturadas somados ao trabalho educativo em sala de aula.

Palavras-chave


Educação, Fetiche, Migração.

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I Colóquio Internacional de Educação Geográfica e  IV Seminário Ensinar Geografia na Contemporaneidade

Universidade Federal de Alagoas - Maceió/AL, 12 a 14 de março de 2018