TERRITÓRIO ENCANTADO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (TECA): UMA VISÃO DIFERENTE DA ODONTOLOGIA

Erica Patrícia Ortet Tavares, Emilly Amorim Alcântara, Edilson dos Santos Cardoso, Mirian Viana Venâncio Correira, Rafael Vrijdags Calado, Ana Beatriz Fernandes da Silva Monteiro, Silvia Girlane Nunes da Silva

Resumo


A TECA funciona desde maio de 2016, fruto da mobilização de profissionais da Clínica Pediátrica em prol da conquista de um espaço que abrigasse a proposta de interação entre discentes, crianças e adolescentes. A atividade promovida nos faz aprender práticas dinâmicas e lúdicas, para incentivar hábitos saudáveis de higiene bucal. O espaço da brinquedoteca não só minimiza o impacto da hospitalização e adoecimento de pacientes e seus familiares, como propicia a humanização do serviço, estimula o desenvolvimento infantil por meio do brincar, reduz o tempo de internação e dá outro significado à imagem do ambiente hospitalar. O objetivo foi relatar a experiência vivida no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes da UFAL (HUPAA), vinculado à Rede Ebserh, no setor de pediatria, dentro do Território Encantado da Criança e do Adolescente (TECA), com a atividades lúdicas de higiene bucal com crianças, adolescentes, acompanhantes e os acadêmicos presentes. Acompanhamento semanal (8 horas), desenvolvendo brincadeiras e oficinas de higiene bucal dentro da TECA. A participação de acadêmicos traz a reflexão a importância de se ter um espaço onde os pacientes aprendem a compartilhar emoções, tristezas, histórias e alegrias. A TECA também permitiu uma aproximação entre pais e filhos, onde a interação leva à participação coletiva. Possuindo várias atribuições, por ser um espaço lúdico, terapêutico e político, já que além de garantir o direito da criança de poder brincar, divertir-se, também é um espaço de formação de cidadania. Os usuários que participam de atividades diárias relatam que é uma ampla felicidade e satisfação para eles, pois se sentiram valorizados e acolhidos pelos acadêmicos. O que nos faz concluir a importância de projetos, que como esse, oportuniza vivências aos acadêmicos em torno das práticas de saúde bucal incluindo não apenas a criança, bebê ou adolescente, mas a seu acompanhante também.

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