OS TRAUMAS FACIAIS DECORRENTE DOS ACIDENTES AUTOMOBILÍSTICOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Igor Mauricio dos Santos Silva, Irys Maria Oliveira Alves, José Eduardo Melo dos Santos Passos, Lavínia Souza de Oliveira Nunes, Dayse Andrade Romão

Resumo


Introdução: A importância do trauma facial tem crescido bastante, principalmente nos últimos tempos, tendo uma intrínseca relação com o quantitativo aumento de acidentes automobilísticos e também com a violência urbana. O presente estudo objetiva realizar uma revisão integrativa sobre os traumas faciais decorrentes de acidentes automobilísticos. Método: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura, para isto foram avaliadas as bases de pesquisa Scielo e Lilacs em maio de 2018. A busca de dados foi realizada em artigos publicados entre 2008 e 2018, em português, na íntegra, com os descritores cirurgia maxilofacial, odontologia, acidentes de trânsito. Os descritores foram pesquisados isoladamente e posteriormente sendo unidos pelo operador booleano AND. Resultados: Foram identificados 8 artigos e observou-se que trauma facial ocorre numa média de idade entre 20 e 25 anos, sendo o gênero masculino o mais acometido. Os traumas relacionados a acidentes de trânsito prevaleceram, com destaque os acidentes de moto, que representam grande parte do total. Cidades do interior possuem uma porcentagem muito grande de fraturas, devido ao alto uso de motos e motoristas sem capacete, entretanto os da capital tiveram maior proporção de fraturas. O ossos mais fraturados foram a mandíbula, nasal, zigomático e maxila, respectivamente. A lesão associada mais frequente foi o Traumatismo Cranioencefálico. Conclusão: A ocorrência de fraturas faciais pode ser reduzida por medidas educativas, como o uso rotineiro do cinto de segurança e do capacete; além do menor consumo de álcool, no intuito de evitar a crescente violência interpessoal.

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