EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS DE CERÂMICAS NA ODONTOLOGIA

Raphaela Lins de Lessa Cavalcanti, Mariana Josue Raposo, Dayanne Hillary Azevedo Santos, Jocélia de Souza Barrozo, Janielly Gomes dos Santos Leite, Silana Nair Barbosa, Stephane Verusk Ferreira Ferro

Resumo


Existe uma procura cada vez maior da sociedade por procedimentos estéticos de qualidade, fazendo com que os profissionais da odontologia busquem pelo material restaurador ideal que supra tal necessidade e leve o tratamento à sua excelência, tendo como alternativa o uso das cerâmicas. Nesse contexto, é preciso conhecer as mudanças e evoluções desses sistemas, desde suas principais características até suas limitações, para saber indicá-lo de modo correto em cada situação clínica específica. O presente trabalho tem como objetivo realizar uma revisão de literatura através de livros e periódicos, analisando a evolução das cerâmicas odontológicas desde a sua primeira composição até os tempos atuais. A cerâmica vem sendo muito utilizada, devido á estética e ao alto nível das suas propriedades mecânicas. A primeira peça na odontologia, foi confeccionada no século XVIII para prótese total. Já no século XIX foi criada a coroa em jaqueta para prótese fixa. Tendo hoje uma ampla indicação em restaurações indiretas e na reabilitação oral, as cerâmicas podem ser classificadas de acordo com sua composição microestrutural em feldspáticas, aluminizadas, vidros ceramizados à base de leucita ou à base de dissilicato de lítio e cerâmicas à base de zircônia, podendo ser processadas pelo método de sinterização, prensagem/usinagem ou usinagem (sistema CAD/CAM). Desta forma, concluímos que há uma evolução positiva na estética e nas propriedades mecânicas das cerâmicas, fazendo com que o profissional deva estar atento à essas mudanças para que saiba escolher o material indicado para um tratamento satisfatório.

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