ACESSO DOS TUTORES DE CANINOS E FELINOS AO MÉDICO VETERINÁRIO E O CONHECIMENTO SOBRE ZOONOSES EM MACEIÓ-AL

Evelynne Hildegard MARQUES DE MELO, Arnaldo César de OLIVEIRA GOMES LIRA JUNIOR, Márcia KIKUYO NOTOMI, Silvio ROMERO de OLIVEIRA ABREU

Resumo


Introdução: As primeiras orientações capazes de guiar uma pessoa para correta criação de um canino ou felino vem através do veterinário, sem as quais a convivência pode entrar em risco, notadamente pela dificuldade em prevenir zoonoses. Objetivos: Descrever: a rotina de acesso ao médico veterinário, as percepções sobre patologia transmitidas a si por seus animais, se já recebeu orientações do médico veterinário quanto a transmissão de doenças pelos animais do convívio e as zoonoses mais lembradas. Metodologia: Foi obtido aprovação de Comitê de ética em Pesquisa CESMAC (CEP-CESMAC) n° 1.266.797. A amostra de quatrocentas pessoas se deu por convite dentre os presentes no serviço de controle reprodutivo cirúrgico eletivo de uma Organização não governamental em Maceió-AL, escolhida pelo potencial médio de seis mil atendimentos por ano. Foram inclusos maiores de 18 anos, portando um felino ou canino, alfabetizados e residentes em Maceió-AL. Após assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) responderam a um questionário por realização de entrevista exclusiva pelo pesquisador. O sigilo e a privacidade foram garantidos por dados codificados e ambiente para entrevistas reservado. Resultados: A pesquisa abrangeu 47/50 (94%) bairros do município. Maioria dos entrevistados, 332/400(83%) eram mulheres.Os principais resultados são discutidos.Conclusão: Em Maceió-AL observou-se o convívio de pessoas com um canino ou felino por prolongado tempo em domicílio sem acesso ao veterinário. Isto impede uma correta prevenção de doenças. Campanhas instrutivas de iniciativa pública ou privada podem contribuir para mudar essa conduta.


Palavras-chave


Pessoas. Conhecimento. Zoonoses. Cães. Gatos.

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