IMUNOTERAPIA COMO TRATAMENTO AUXILIAR DA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA: RELATO DE CASO

Anita de Souza Silva, Renata Rocha da Silva, ketlen Josse Reis de Santana Jesus, Kamilla da Silva Pinto, Ana Claudia Campos, Victor Fernando Santana Lima, Roseane Nunes de Santana Campos

Resumo


A leishmaniose visceral é uma antropozoonose de grande importância na saúde pública. No Brasil, a doença é causada principalmente pelo protozoário Leishmania chagasi e o vetor comumente encontrado é o flebotomíneo Lutzomyia longipalpis, sendo o cão (Canis familiaris) considerado o principal reservatório no ambiente doméstico. Os sinais clínicos da LVC em cães são inespecíficos. O tratamento pode ser realizado utilizando fármacos liberados pelo Ministério da saúde e Ministério da Agricultura, cujo objetivo é a alteração da resposta imunitária, melhora clínica do paciente e redução da carga parasitária, evitando recidivas.

Palavras-chave


Cão. Leishmania chagasi. Terapia. Vacina.

Texto completo:

PDF

Referências


BRASILEISH, 2018. Diretrizes para o diagnóstico, estadiamento, tratamento e prevenção da leishmaniose canina. Disponível em: https://www.brasileish.com.br/assets/files/diretizes_TODOS.pdf. Acesso em: julho de 2019.

BRASILEISH, 2017. Estadiamento e Tratamento da LVC. Disponível em: http://www.brasileish.com.br. Acesso em: julho de 2019.

CAMINHA, A.E.Q.; SOTO-BLANCO, B. Aspectos clínicos da leishmaniose visceral canina na cidade de Fortaleza, CE. Archives of Veterinary Science, v.13, n.3, p.218-222, 2008.

COELHO, H. E; et al. Ocorrência de leishmaniose visceral em um cão em Uberaba, Minas Gerais. Revista Científica Eletrônica De Medicina Veterinária. Ano IX – Número 16 – Janeiro de 2011.

DUARTE, X. E.; ILHA, P.H.O. TRATAMENTO DE LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA Á BASE DE IMUNOTERAPIA – RELATO DE CASO. Anais do simpósio UNIDESC, 2018.

FEITOSA, M. M. et al. Aspectos clínicos de cães com leishmaniose visceral no município de Araçatuba, São Paulo (Brasil). Clínica Veterinária, v. 5, n. 28, p. 36-44, 2000

FURTADO, M.V.L., VIOL, M.A. e BABO-TERRA, V.J. Pesquisa de amastigotas de Leishmania spp. em linfonodos, medula óssea, baço, pele e sangue de cães naturalmente infectados.PUBVET, Londrina, V. 5, N. 30, Ed. 177, Art. 1198, 2011.

MONTEIRO, M. E. Z.; BARUQUE, M.; NEVES, M. F. Leishmaniose visceral em cães: Relato De Caso. Revista Científica Eletrônica De Medicina Veterinária. Ano VII – Número 12 – Janeiro de 2009

NISHIDA, L. H. G.; DELMASCHIO, I.B. Leishmaniose visceral canina – revisão de literatura. Revista Científica de Medicina Veterinária-UNORP, v.1, n.2, p. 07-15, 2017

SILVA, F.T.S. Patologia e patogênese da leishmaniose visceral canina. Revista Trópica – Ciências Agrárias e Biológicas. v.1, n.1, p.20. 2007.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.