Projeto Resgatar: O Uso do Brincar como Recurso para Humanização do Ambiente Hospitalar em Ala Pediátrica de um Hospital Geral

Maria Edna Bezerra Silva, Juliana Patrícia Barbosa Santos, Jéssica Sardanha Lima, Nara Adrianne Rufino Lima, Herta Gabrielle Luna Lira, Larissa Morais Teixeira

Resumo


O presente trabalho apresenta o relato de uma das ações realizada no Hospital Geral do Estado de Alagoas. Entende-se o brincar e o jogar como uma experiência indispensável à saúde física, emocional e intelectual, principalmente para o público infantil. Através deles, a criança potencializa seu processo de aprendizagem assim também como desenvolve a linguagem, o pensamento, a socialização, a iniciativa e a autoestima, constituindo-se enquanto sujeito ativo, capaz de lidar melhor frente aos distintos desafios que surgirão em diferentes contextos de seu processo de desenvolvimento. Os objetivos elencados para serem alcançados com a realização das atividades do projeto resgatar foram: Promover atividades de educação em saúde, na Pediatria e no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ), com os internos e / ou seus familiares; trabalhar o acolhimento e o diálogo entre paciente, familiares e futuros profissionais, levar informação e esclarecer dúvidas sobre determinados temas em saúde e direito do usuário no SUS e quebrar paradigmas acerca do vínculo entre profissionais e pacientes. No período de março de 2015 a junho de 2016 o projeto trabalhou diversos temas como: Carnaval, alimentação saudável, dengue, câncer do colo do útero e câncer de mama, direito dos usuários do SUS, prevenção de queimaduras e verminoses. Também foram realizadas oficinas de acolhimento, técnicas teatrais, construção de origamis e contação de estórias, com intuito de qualificar os integrantes do projeto, nas ações e temáticas que seriam abordadas com o público do hospital. Vivenciando essas experiências no decorrer deste período no projeto foi possível concluir que as atividades lúdicas, juntamente com as atividades de educação em saúde, contribuem de forma muito positiva em sua recuperação; possibilita a compreensão e elaboração da situação de hospitalização tanto para as crianças quanto para os acompanhantes, promovendo a humanização e colaborando para a desmistificação do ambiente hospitalar, que é geralmente visto como agressivo e invasivo.

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Referências


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DOI: http://dx.doi.org/10.28998/rpss.v1i2.2399

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