EXPERIÊNCIAS DA EQUIPE DE ENFERMAGEM FRENTE AO PROCESSO DE FINITUDE DE PACIENTES CRÔNICOS PEDIÁTRICOS

Autores

  • Alyssia Daynara Silva Lopes
  • Thamires Vitória Arcanjo da Paixão
  • Hallana Laisa de Lima Dantas
  • Fernanda Silva Monteiro
  • Ingrid Martins Leite Lúcio

Palavras-chave:

Enfermagem pediátrica; doença crônica, cuidados paliativos; atitude frente a morte.

Resumo

Tem-se como objetivo conhecer as experiências dos profissionais de enfermagem diante do processo de finitude de pacientes crônicos pediátricos no contexto hospitalar. Estudo descritivo, com abordagem qualitativa, realizado em unidade de internação pediátrica de um hospital público de referência, com profissionais de enfermagem, por meio de entrevista semiestruturada e análise de conteúdo. Participaram 15 profissionais. Verificou-se o estabelecimento de vínculos pelos profissionais relacionados ao tempo de cuidados e como isso afeta os cuidados diante da finitude. Também apontam para a necessidade de aprofundamento dos conhecimentos relacionados aos cuidados paliativos quando dispensados à criança e à partilha com a família.

Referências

ANDRADE, B. R. V.; DA CUNHA, J. X. P.; BIONDO, C. S. A resiliência do enfermeiro no cuidado à criança que vivencia a terminalidade. Revista de Enfermagem da UFSM, v. 10, p. e88, 2020. Disponívelem:https://periodicos.ufsm.br/reufsm/article/view/40348/html_1. Acesso em: 24 ago. 2021.

AZEVEDO, C. S.; PFEIL, N. V. No fio da navalha: a dimensão intersubjetiva do cuidado aos bebês com condições crônicas complexas. Physis: Revista de Saúde Coletiva, v. 29, p. e290406, 2019. Disponível em: https://www.scielosp.org/article/physis/2019.v29n4/e290406/. Acesso em: 8 ago. 2021.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Diretrizes para o cuidado das pessoas com doenças crônicas nas redes de atenção à saúde e nas linhas de cuidado prioritárias. Brasilia, DF: MS, 2013. 28 p. : il. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes%20_cuidado_pessoas%20_doencas_cronica s.pdf. Acesso em: 26 set. 2022.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica Brasília : Ministério da Saúde, 2014. 162 p. : il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 35). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/estrategias_cuidado_pessoa_doenca_cronica_cab35.pdf.

Acesso em: 26 set. 2022.

BUCK, E. C. S. et al. Doença crônica e cuidados paliativos pediátricos: saberes e práticas de enfermeiros à luz do cuidado humano. Revista de Pesquisa UFRJ, v. 12, p. 682-688, jan./dez. 2020. Disponível em: http://seer.unirio.br/index.php/cuidadofundamental/article/view/9489/pdf. Acesso em: 10 out. 2021.

SILVA, V. E. et al. Convivendo com múltiplos sintomas: a experiência de crianças e adolescentes com condição crônica. Revista Enfermagem UERJ, v. 28, p. 47474, 2020. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/enfermagemuerj/article/view/47474. Acesso em: 16 jul. 2022.

ESCOBAR, L. H. et al. Estrategias de afrontamiento del personal de enfermería ante la muerte del paciente pediátrico. Notas de Enfermería, v. 20, n. 36, p. 22-30, 2020. Disponível em: https://revistas.unc.edu.ar/index.php/notasenf/article/view/30836. Acesso em: 30 jul. 2021.

GERHARDT, T. E. et al. Métodos de pesquisa. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009. p. 31-35.

LOPES, A. D. S. et al. Vivência com a doença crônica na infância: percepção da família. Enfermagem em Foco, v. 12, n. 6, 2021. Disponível em: http://revista.cofen.gov.br/index.php/enfermagem/article/view/4768. Acesso em: 6 jul. 2022.

MISKO, M. D. et al. La experiencia del familiar de niños y/o adolescentes en los cuidados paliativos: fluctuante entre la esperanza y la desesperanza en un mundo transformado por las pérdidas. Revista Latino-Americana de Enfermagem, v. 23, p. 560-567, 2015.Disponível em: https://www.scielo.br/j/rlae/a/3cMY9YLgHjLVNGb9ppFChYn/abstract/?lang=es. Acesso em: 2 jul. 2022.

RIBEIRO, J.; SOUZA, F. N.; LOBÃO, C. Saturação da análise na investigação qualitativa: quando parar de recolher dados?. Revista Pesquisa Qualitativa, v. 6, n. 10, p. iii-vii, 2018. Disponível em: https://editora.sepq.org.br/rpq/article/view/213/111. Acesso em: 7 mar. 2022.

SANTOS, R. A. ; MOREIRA, M. C. N. Resiliência e morte: o profissional de enfermagem frente ao cuidado de crianças e adolescentes no processo de finitude da vida. Ciência & Saúde Coletiva, v. 19, p. 4869-4878, 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/9YvyVXwtVFQdNzvyd5ZQ9RS/?lang=pt&format=pdf. Acesso em: 3 set. 2021.

SOUZA, M. H. N.; NÓBREGA, V. M.; COLLET, N. Rede social de crianças com doença crônica: conhecimento e prática de enfermeiros. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 73, 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/reben/a/BJFhyYpb78gWgsdJpNpYFrm/?lang=pt&format=html. Acesso em: 21 jun. 2022.

SOUZA, F. F.; REIS, F. P. O enfermeiro em face ao processo de morte do paciente pediátrico. Journal of Health & Biological Sciences, v. 7, n. 3, p. 277-283, jul./set. 2019. Disponível em: https://periodicos.unichristus.edu.br/jhbs/article/view/2235. Acesso em: 25 set. 2022.

TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.

VASCONCELOS, L. S. et al. Estratégias defensivas utilizadas pela enfermagem frente à morte em terapia intensiva pediátrica. Enfermagem em Foco, Brasília, v. 11, n. 2, p. 55-61, 2020. Disponível: em: http://revista.cofen.gov.br/index.php/enfermagem/article/view/2548. Acesso em 3 set. 2021.

Downloads

Publicado

14/09/2023

Como Citar

Lopes, A. D. S. ., Paixão, T. V. A. da ., Dantas, H. L. de L. ., Monteiro, F. S. ., & Lúcio, I. M. L. . (2023). EXPERIÊNCIAS DA EQUIPE DE ENFERMAGEM FRENTE AO PROCESSO DE FINITUDE DE PACIENTES CRÔNICOS PEDIÁTRICOS. Gep News, 7(2), 276–283. Recuperado de https://seer.ufal.br/index.php/gepnews/article/view/16269

Edição

Seção

Artigos