Implantação das cisternas: uma opção de melhoria para a escassez hídrica do semiárido

Autores

  • Hiérica Stefany Soares de Souza Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte

Resumo

 Devido às condições geográficas e climáticas, o semiárido brasileiro enfrenta grandes problemas de escassez de água. As tecnologias para a captação da água de chuva e o uso de cisternas para armazenamento podem minimizar o problema da falta de água, para os moradores desta região. Este estudo busca entender os benefícios que o P1MC – através do surgimento de tecnologias sociais voltadas para o meio rural, trouxe para as famílias, especificamente da comunidade de Pataxó – Ipanguaçu, que fica localizado no interior do Rio Grande do Norte.

Palavras-chave: Tecnologias sociais, família, escassez.

Biografia do Autor

Hiérica Stefany Soares de Souza, Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte

Graduanda em Tecnologia em Agroecologia no Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte

Referências

Assim como Duarte (2002, p.17), compreendemos o termo “tecnologia” no sentido amplo, englobando tanto a infraestrutura e os instrumentos quanto os métodos utilizados.

A ASA defendia um projeto de universalização do acesso à água para beber e cozinhar por meio da utilização de tecnologias simples e de custo acessível em que essas podiam ser objetos fundamentais de uma política de convivência com o Semiárido (ASA, 1999; ASSIS, 2009).

As implicações da adoção desse novo paradigma são bastante claras: busca-se garantir a permanência das famílias na região em que vivem, fortalecendo a identidade local, preservando os costumes e tradições e intensificando o vínculo com a terra. Para além da garantia do acesso à água para consumo ou produção, esse paradigma está baseado em ações de desenvolvimento local (DIAS; COSTA, 2013, p. 35-36).

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Publicado

29/05/2018

Como Citar

SOARES DE SOUZA, H. S. Implantação das cisternas: uma opção de melhoria para a escassez hídrica do semiárido. Revista Craibeiras de Agroecologia, [S. l.], v. 1, n. 1, 2018. Disponível em: https://seer.ufal.br/index.php/era/article/view/5062. Acesso em: 8 dez. 2023.