Pelos caminhos da Museologia em Portugal

Autores

  • Manuel de Azevedo Antunes Doutor em Ciência Política pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Portugal. Professor da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Portugal.

Palavras-chave:

Ecomuseu. ICOM. MINOM. Museu Integral. Nova Museologia.

Resumo

A humanidade começou com a recoleção. Os mitos, as estórias e a história para lá remetem. Da recoleção à coleção passaram milénios. E milénios passaram também até à “Casa das Musas”. Tanto a ocidente como a oriente. Como milénios (já menos) passaram até aos “Gabinetes de Curiosidades” ou às “Câmaras de Maravilhas”, para se chegar aos Museus oficiais, abertos ao público, só no século XIX, no Brasil antes que em Portugal. Isto serve de pretexto para introduzir os “Caminhos da Museologia em Portugal”, das suas origens aos nossos dias. Onde se mostra que Portugal não se manteve indiferente aos ventos museológicos, sob a influência do iluminismo e do enciclopedismo, no séc. XVIII; passando, depois, pelo liberalismo do séc. XIX, até finais da monarquia; entrando pela I República e ditadura do Estado Novo, até depois do 25 de Abril de 1974, onde se dá uma rotura museológica, com a proliferação de novos museus, por todo o país, sob os auspícios da Nova Museologia.

Biografia do Autor

Manuel de Azevedo Antunes, Doutor em Ciência Política pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Portugal. Professor da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Portugal.

Doutor em Ciência Política pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Portugal. Professor da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Portugal.

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Publicado

07/10/2015