Acerca dos resíduos mediévicos na poesia satírica de Gregório de Matos

Autores

  • Tallyson Tamberg Cavalcante Oliveira da Silva Universidade Federal do Ceará

DOI:

https://doi.org/10.28998/2317-9945.2020v0n66p229-239

Palavras-chave:

Poesia satírica. Gregório de Matos. Residualidade. Trovadorismo. Humanismo

Resumo

O presente trabalho tem como principal objetivo apresentar uma análise crítica e investigativa relacionada à produção literária de viés satírico do poeta Gregório de Matos. A referida análise centrar-se num trabalho de cotejamento entre as sátiras do poeta barroco e a produção literária de mesmo teor relacionada, porém, ao período medieval, principalmente aquelas voltadas aos movimentos trovadoresco e humanista. Com isso, quer-se evidenciar, com este artigo, a filiação das produções satíricas do período mediévico com a poesia barroca produzida por Gregório de Matos no século XVII. A fundamentação teórica central utilizada nesse trabalho investigativo é a teoria da Residualidade, sistematizada pelo poeta e ensaísta cearense Roberto Pontes. Assim, objetiva-se, com esta análise comparativa, tornar explícitas as relações entre a literatura portuguesa medieval e a produção poética do Barroco brasileiro, especialmente aquela gerida pelo poeta baiano Gregório de Matos.

Biografia do Autor

Tallyson Tamberg Cavalcante Oliveira da Silva, Universidade Federal do Ceará

Graduado em Letras com habilitação em Português/Literatura pela Universidade Federal do Ceará. Mestrando em Letras pela UFMA, campus III, na área de concentração em Linguagem, Cultura e Discurso, atuando na linha de pesquisa em Literatura, Cultura e Fronteiras do Saber. Atualmente é professor de língua portuguesa e literatura na rede estadual de ensino do Maranhão – Seduc (MA).

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Publicado

12/12/2020

Como Citar

OLIVEIRA DA SILVA, T. T. C. Acerca dos resíduos mediévicos na poesia satírica de Gregório de Matos. Leitura, [S. l.], n. 66, p. 229–239, 2020. DOI: 10.28998/2317-9945.2020v0n66p229-239. Disponível em: https://seer.ufal.br/index.php/revistaleitura/article/view/9286. Acesso em: 27 maio. 2022.

Edição

Seção

Estudos Literários