(Sempre a) Ver e aprender, ou o heterogéneo habitus de observação dos turistas das sociedades coevas

Autores

  • Cândida Cadavez Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Estorial, Portugal.

DOI:

https://doi.org/10.28998/10.28998/RITURritur.V5.N0.A2007pp.27-472007

Palavras-chave:

Turismo. Espaços exibicionais. Identidades. Habitus. Globalização.

Resumo

Este artigo discute o modo como, face a todas os constrangimentos e possibilidades proporcionados pela globalização, a prática turística mantém vivo o habitus de visitar espaços exibicionais tradicionais, mas, ao mesmo tempo, contempla novas telas expositivas, igualmente reconhecidas e aceites enquanto provas da identidade das comunidades de acolhimento visitadas. Apesar de, ainda hoje, o habitus turístico continuar a entender os museus como veículos credíveis de divulgação de saberes, existem agora novos focos de interesse menos canónicos para o olhar do turista que evidenciam a forma como, também em turismo, as rotinas coevas se adaptam às novas tendências sociais, resultantes, entre outros, de vivências líquidas e a alta velocidade. Para ilustrar este estudo, são apresentados como exemplo três casos concretos que seduzem atualmente os olhares turísticos que circulam pela zona da Grande Lisboa.

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Publicado

07-10-2015

Como Citar

Cadavez, C. (2015). (Sempre a) Ver e aprender, ou o heterogéneo habitus de observação dos turistas das sociedades coevas. RITUR - Revista Iberoamericana De Turismo, 5, 27–47. https://doi.org/10.28998/10.28998/RITURritur.V5.N0.A2007pp.27-472007

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