História e mitos indígenas em O Guesa: uma performance escrita da construção literária

Autores

  • Ana Santana Souza Universidade Federal do Rio Grande do Norte

DOI:

https://doi.org/10.28998/2317-9945.2012v1n49p35-55

Palavras-chave:

História, Índio, Guesa, Construção literária, Performance escrita

Resumo

O artigo analisa o canto II de O Guesa, poema épico de Sousândrade, abordando a relação da obra com o momento histórico em que foi produzida. O poeta confronta a cultura greco-romana e a judaico-cristã a um substrato que é, fundamentalmente, simbólico-cultural indígena. Assim, o poeta elabora sua própria compreensão da realidade indígena do país, no momento em que o índio, na visão do romantismo, era símbolo da identidade nacional. A abordagem de Sousândrade inscreve-se na dialética relação entre literatura e sociedade (CANDIDO, 2000), mas sua construção literária é uma performance escrita (RAVETTI, 2003), ao tecer uma narrativa no diálogo entre História e mito.

 

DOI: https://doi.org/10.28998/rl.v1i49.944

Biografia do Autor

Ana Santana Souza, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Doutora em Literatura Comparada (UFRN).
Professora e pesquisadora (UFRN).

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Como Citar

SOUZA, A. S. História e mitos indígenas em O Guesa: uma performance escrita da construção literária. Leitura, [S. l.], v. 1, n. 49, p. 35–55, 2013. DOI: 10.28998/2317-9945.2012v1n49p35-55. Disponível em: https://seer.ufal.br/index.php/revistaleitura/article/view/944. Acesso em: 27 maio. 2022.